Terça-feira, 30 de Junho de 2009

idolos do Ecran








Já me diverti imenso com estas duas figuras.
A Pipi, no tempo de infancia.
O senhor Bin, bem mais recente.
Suruka

Segunda-feira, 1 de Junho de 2009

deixa cá ver...

« Grandes realizações são possíveis quando
se dá importância aos pequenos começos. »

De: Lao-Tsé

Sábado, 23 de Maio de 2009

reflectindo...

« Os homem de bem exige tudo de si próprio;
o homem medíocre espera tudo dos outros. »

De: Confúcio

Sábado, 16 de Maio de 2009

Crises ?


A crise que estamos a viver
não deve ser tão importante como parece.
Já repararam nos anúncios que, com imensa facilidade,
nos convidam a gastar e a consumir?
« Vive o momento », « De que é que estás á espera? »,
« Faz o que sentes »...

E que dizer da publicidade dos simpáticos cartões,
esse dinheiro de plástico tão amigo,
que vive connosco e nos convida a um consumo
sem limites e sem responsabilidades?

Tudo fácil, tudo barato e a custar uns milhões
que mais tarde terão que ser pagos.

Escreveu: José Vicente Ferreira
Revista Dirigir

Sábado, 2 de Maio de 2009

Mãe

beijo

Segunda-feira, 6 de Abril de 2009

Passagem


Enche os teus olhos de brilho...
Teus lábios de sorrisos...
Teu coração de ternura...
sorri... sonha... onde andas sonhador(a)?
Boa Páscoa!!!
Suruka

Terça-feira, 31 de Março de 2009

reflectindo


Dois homens, ambos gravemente doentes, estavam no mesmoquarto de hospital. Um deles podia sentar-se na sua cama durante uma hora, todas as tardes, para que os fluidos circulassem nos seus pulmões. A sua cama estava junto da única janela do quarto. O outro homem tinha de ficar sempre deitado de costas. Os homens conversavam horas a fio. Falavam das suas mulheres, famílias, das suas casas, dos seus empregos, dos seus aeromodelos, onde tinham passado as férias... E todas as tardes, quando o homem da cama perto da janela se sentava,passava o tempo a descrever ao seu companheiro de quarto todas as coisas que conseguia ver do lado de fora da janela. O homem da cama do lado começou a viver à espera desses períodos de uma hora, em que o seu mundo era alargado e animado por toda a actividade e cor do mundo do lado de fora da janela. A janela dava para um parque com um lindo lago. Patos e cisnes, chapinhavam na água enquanto as crianças brincavam com os seus barquinhos. Jovens namorados caminhavam de braços dados por entre as flores de todas as cores do arco-íris. Árvores velhas e enormes acariciavam a paisagem e uma tênue vista da silhueta da cidade podia ser vislumbrada no horizonte. Enquanto o homem da cama perto da janela descrevia isto tudo com extraordinário pormenor, o homem no outro lado do quarto fechava os seus olhos e imaginava as pitorescas cenas. Um dia, o homem perto da janela descreveu um desfile que ia apassar: Embora o outro homem não conseguisse ouvir a banda, conseguia vê-la e ouvi-la na sua mente, enquanto o outro senhor a retratava através de palavras bastante descritivas. Dias e semanas passaram. Uma manhã,a enfermeira chegou ao quarto trazendo água para os seus banhos, e encontrou o corpo sem vida, o homem perto da janela, que tinha falecido calmamente enquanto dormia. Ela ficou muito triste e chamou os funcionários do hospital para que levassem o corpo. Logo que lhe pareceu apropriado, o outro homem perguntou se podia ser colocado na cama perto da janela. A enfermeira disse logo que sim e fez a troca. Depois de se certificar de que o homem estava bem instalado, a enfermeira deixou o quarto. Lentamente, e cheio de dores, o homem ergueu-se, apoiado no cotovelo, para contemplar o mundo lá fora. Fez um grande esforço e lentamente olhou para o lado de fora da janela que dava, afinal, para uma parede de tijolo! O homem perguntou à enfermeira o que teria feito com que o seu falecido companheiro de quarto lhe tivesse descrito coisas tão maravilhosas do lado de fora da janela. A enfermeira respondeu que o homem era cego e nem sequer conseguia ver a parede. Talvez quisesse apenas dar-lhe coragem... Moral da História: Há uma felicidade tremenda em fazer os outros felizes, apesar dos nossos próprios problemas. A dor partilhada é metade da tristeza, mas a felicidade, quando partilhada, é dobrada.

Quinta-feira, 19 de Março de 2009

pai

Quarta-feira, 11 de Março de 2009

reflectindo

não vale a pena fugir
"
Corpo Humano como nunca se viu"

"Bodies-The Exhibition"

foto: exposição de Lisboa

Sábado, 28 de Fevereiro de 2009

o meu amigo está preso


Ele ignorou a lei...

Se calhar não foi correcto nos negócios
Se calhar falhou na condução, bebeu
Se calhar fugiu aos importos
Se calhar maltratou alguem
Se calhar caiu na tentação e roubou
Se calhar num acto de desespero matou

Mas de certeza, continua a ter-me como amigo!

Suruka

Quarta-feira, 25 de Fevereiro de 2009

solução


... PENITENCIA, ORAÇÃO,
EMENDA DE VIDA !
***

Domingo, 15 de Fevereiro de 2009

o meu rio está doente


O meu rio corre poluido!
O Rio Ave, nasce na Serra da Cabreira
(Vieira do Minho), percorre cerca de 94 Kms.
Passa pela Terra onde nasci e habito
e desagua em Vila do Conde.
Atenção senhores dos aviários, tinturarias
e outros agentes poluentes,
Vocês são criminosos!
Suruka

Terça-feira, 10 de Fevereiro de 2009

caminhada


... COM O FUTURO EMBRULHADO EM SONHOS
SEGUIMOS CONFIANTES DE MÃOS DADAS .

Suruka

Sábado, 31 de Janeiro de 2009

O violino


O violino é um instrumento de quatro cordas
( mi, la, ré, sol ), do naipe das cordas friccionadas.
Tem um timbre agudo, brilhante e estridente,
mas dependentemente do encordoamento utilizado
pode-se produzir timbres mais aveludados e mornos.
O som geralmente é produzido pela acção de friccionar
a crina de um arco de madeira sobre as cordas.
Esticada na parte inferior do arco está a crina,
que é feita de vários fios de crina de cavalo ou
de material sintético.
Antes de tocar o instrumento,
o violinista passa sobre a crina uma resina
chamada de Breu, que tem o efeito de produzir
o atrito entre os fios da crina e as cordas, gerando o som.
Para mim o som do violino é dos mais belos e românticos.

Suruka